domingo, 3 de abril de 2011

depois de longo e tenebroso inverno

Viajei a trabalho nas ultimas semanas e não pude acompanhar a abertura do mundial. Analisando os resultados friamente não parece ter mudado muita coisa em relação ao ano passado, mas é sempre bom esperar algumas provas para ter certeza.

O acidente fatal de hoje na Stock light me fez lembrar não só como Interlagos é uma pista insegura, mas os enormes riscos do uso desta asa traseira móvel na F1. A curva do café é apenas um dos pontos onde essa idéia de jerico pode facilitar o acontecimento de mais uma tragédia. A asa móvel não trouxe mais ultrapassagens, reduziu a superfície de uma área nobre para os patrocinadores e  não passa de um risco a mais num esporte já perigoso.

Sergio Perez não me surpreendeu. Quem acompanhou o piloto mexicano na GP2 sabe que ele é do ramo. Eu só achei que ele poderia ficar por lá mais um ano e amadurecer, mas acho que "achei" errado... Perez também escolheu bem onde estrear. Evitou "cadeiras elétricas" como a HRT e divididas indigestas que seus patrocinadores poderiam comprar numa equipe maior disputando contra companheiros experientes e devendo resultados mais imediatos. 

Depois da Malásia eu escrevo mais alguma coisa...

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